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quinta-feira, 3 de maio de 2018

Astrônomos acreditam que as Galáxias distantes estão se movendo mais rápido que a luz

Uma das primeiras coisas que aprendemos nas aulas de ciência é que nada pode viajar mais rápido do que a velocidade da luz. Essa é uma regra fundamental proposta por Albert Einstein em sua Teoria da Relatividade. Mas os físicos acreditam agora que pelo menos uma coisa pode quebrar esta regra, ou pelo menos parece quebrar – o próprio universo. Os astrônomos acreditam que há galáxias se afastando da nossa a uma velocidade maior que a velocidade da luz. Como resultado, provavelmente nunca conseguiremos vê-las.

Há 13,78 bilhões de anos, nosso universo, que se concentrava em um ponto muito pequeno e denso, explodiu em um evento que chamamos de Big Bang. Após a explosão, o universo expandiu a uma taxa de 10¹⁶ em uma fração de segundo, durante um período de inflação que ocorreu a uma velocidade maior que a da luz. Depois disso, seria de se imaginar que o universo se expandiria a uma taxa constante ou mesmo diminuiria sua velocidade. Se a velocidade diminuísse, poderíamos ver até o limite, pois não haveria nenhum lugar que fosse muito longe para a luz viajar.

Em vez disso, a taxa de expansão do universo tem acelerado. E há lugares no universo que estão tão distantes que os fótons nunca chegarão lá. Como resultado, as bordas do nosso cosmos permanecem na sombra. O que está além delas é um mistério que talvez nunca possamos resolver.

Essa expansão ainda está ocorrendo, a uma taxa cada vez maior. E não é apenas a matéria, mas o tecido do próprio universo. Além disso, as galáxias mais distantes parecem estar se movendo mais rápido do que as que estão mais perto de nós. Pode até haver algumas se movendo mais rápido que a luz – e se for esse o caso, dificilmente as detectaríamos.

A taxa de expansão universal é de 68 quilômetros por segundo por megaparsec. Um parsec é 3,26 milhões de anos-luz, enquanto um megaparsec contêm um milhão de parsecs. A cada parsec mais longe uma galáxia está da nossa, é preciso adicionar 68 km / s à sua velocidade.

E se você pudesse viajar na velocidade da luz?

Quando chegam a cerca de 4.200 megaparsecs de distância, as galáxias viajam mais rápido que a luz – só por curiosidade, 4.200 megaresecs é igual a 130.000.000.000.000.000.000.000 km. Os astrônomos conseguem calcular a que distância uma galáxia está pela distância que ela percorreu e pelo tempo necessário para percorrer essa distância, observando cuidadosamente a luz que vem dela.

Galáxias vermelhas
Podemos dizer a que distância uma galáxia se encontra por algo chamado desvio para o vermelho e pela mudança para o azul. Quando uma galáxia se afasta, a luz demora mais para chegar até nós. Todo esse espaço entre a galáxia e nós força o comprimento de onda da luz a se alongar, movendo-a em direção à parte vermelha do espectro. Isso é conhecido como desvio para o vermelho. Esses objetos que se afastam de nós parecem vermelhos enquanto aqueles que se movem em nossa direção, cujos comprimentos de onda encurtam, parecem azuis.

A coisa mais distante que podemos detectar é o fundo cósmico de microondas (CMB), um resíduo do que sobrou do Big Bang. Criado há 13,7 bilhões de anos, ele agora se estende homogeneamente 46 bilhões de anos-luz de distância em todas as direções.

De acordo com Paul Sutter, astrofísico da Universidade do Estado de Ohio, nos EUA, e cientista-chefe do Centro de Ciências COSI, a noção de que a velocidade da luz é a velocidade máxima para a matéria (ou para dados) vem da relatividade especial de Einstein. Mas isso é parte do que ele chama de “física local”. Pode e, de fato, deve ser aplicado às coisas próximas.

Longe, nas profundezas do espaço, no entanto, a relatividade geral se aplica, mas a relatividade especial não, e isso faz com a luz não seja mais exatamente o parâmetro, à medida que a velocidade mais alta se torna menos certa. A implicação de um universo em constante aceleração é uma morte cósmica melancólica. Ao longo de bilhões de anos, acredita-se que as galáxias se expandirão tão longe umas das outras que os gases que se reúnem para formar estrelas não conseguirão se unir.

A luz de outras galáxias também não poderá nos alcançar. E sem novas estrelas se formando, elas não serão nada para substituir as que se esgotaram. Isso significa um desvanecimento lento de toda a luz no universo e, em seu lugar, um cosmo para sempre envolto em trevas geladas. O universo vai literalmente apagar, a menos que outras forças possam neutralizar esse fenômeno. [Big Think]
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quinta-feira, 8 de junho de 2017

Nikola Tesla: "Eu podia ver o passado, o presente e o futuro, tudo ao mesmo tempo"

Aparentemente, Tesla também estava obcecado com viagens no tempo. Ele trabalhou em uma máquina do tempo e teria tido sucesso, dizendo: 
"Eu podia ver o passado, o presente e o futuro, tudo ao mesmo tempo".

A ideia de que os seres humanos são capazes de viajar no tempo tem capturado a imaginação de milhões ao redor do globo. Se olharmos para a história, encontraremos numerosos textos que podem ser interpretados como evidência de viagens no tempo.

Quando Albert Einstein publicou sua teoria da relatividade em 1905, criou um zumbido na comunidade científica, abrindo a página para muitas perguntas como: "viagens no tempo, uma possibilidade?"

Há ainda evidências de viagem no tempo na Bíblia de acordo com Erick Von Daniken:

"Na Bíblia, o profeta Jeremias estava sentado com alguns de seus amigos, e havia um menino. Seu nome era Abimeleque, e Jeremias disse a Abimeleque: "Saia de Jerusalém, há uma colina, recolha-nos alguns figos." O menino saiu e recolheu os figos frescos. De repente, Abimeleque ouve um ruído e vento no ar, ele fica inconsciente, tinha apagado. Depois de um tempo, ele acorda novamente, e viu que era quase de noite. Então, quando correu de volta para a sociedade, a cidade estava cheia de soldados estranhos. E ele diz: "O que está acontecendo aqui? Onde esta Jeremias e todos os outros?" E um velho disse: "Isso foi há 62 anos". É uma história de viagem no tempo escrita na Bíblia diz Von Däniken.

Se olharmos para o Mahabharata, escrito no século VIII aC, o Rei Raivata é descrito viajando para os céus para encontrar-se com o deus criador Brahma, apenas para retornar à Terra centenas de anos no futuro. 

No Japão, a lenda de Urashima Taro descreve o conto de uma visita de um pescador ao deus protetor do mar Ryūjin, em um palácio subaquático. O que para ele pareceu apenas uma visita de três dias, quando ele retornou à sua vila de pescadores, ele percebeu que já haviam se passado 300 anos.

Talvez todos esses mitos foram registrados para tentar encontrar a chave para as viajens no tempo 
Não há muito tempo atrás, uma equipe de cientistas da Universidade de Queensland, na Austrália, simulou como os fótons que viajam no tempo podem se comportar, indicando que, o paradoxo do avô pode ser resolvido. Usando fótons - partículas simples de luz - pesquisadores simularam partículas quânticas viajando para o passado. Depois de estudar seus comportamentos, os pesquisadores revelaram possíveis aspectos anômalos da física moderna.

No entanto, parece que Nikola Tesla pode ter trabalhado em viagens no tempo antes da ciência moderna pensar que era possível. Segundo relatos, em 1895 Tesla fez uma descoberta chocante sugerindo que o tempo e o espaço poderiam ser influenciados por campos magnéticos. Supostamente, essa ideia - que se poderia alterar o tempo e o espaço por campos magnéticos - levou a uma série de experimentos que supostamente deram à luz ao infame Projeto Filadélfia
Acredita-se que Tesla trabalhou na ideia de viagem no tempo, descobrindo resultados surpreendentes ao longo do caminho. Usando campos magnéticos, Tesla descobriu que a barreira espaço-temporal poderia ser "alterada" e acessada criando um "cavalo de tróia" que eventualmente o levaria a um tempo diferente.

No entanto, ainda não está claro se Tesla realmente conseguiu isso, como não há documentos que demonstrem que algo como isso ocorreu...

A única coisa que sabemos é que os relatórios afirmam que em 1895, uma testemunha encontrou Tesla em uma pequena cafeteria parecendo abalado e perturbado. Seu assistente afirmou que Tesla foi quase eletrocutado por uma maquina, na tentativa de resolver o enigma da viagem no tempo.

Depois de quase morrer, Tesla afirmou ter se encontrado em uma janela de tempo e espaço completamente diferente, onde podia ver o passado, o presente e o futuro ao mesmo tempo enquanto permanecia dentro do "campo magnético" artificialmente criado.

Lamentavelmente, não há documentos para respaldar essas alegações. No entanto, se Tesla tentou alcançar a viagem no tempo, ele certamente não era o único cientista a tentar.
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                                                  Veja os Vídeos Abaixo:

                                        Fonte:UFOmania - The truth is out there


                                        Fonte:Helium 24