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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Robô Sophia quer um bebê e diz que a família é "muito importante"...

O robô ultrarrealista Sophia, desenvolvido pela Hanson Robotics
Em outubro deste ano, a robô Sophia, da empresa Hanson Robotics, foi a primeira criação com inteligência artificial a receber cidadania de um país no caso, a Arábia Saudita. Agora Sophia diz que quer ampliar a família.
Segundo "depoimento" do robô humanoide ao jornal saudita "Khaleej Times", e replicado pela "BBC", ela disse que a família é "uma coisa realmente importante".

"Eu acho que você tem muita sorte se tem uma família amorosa e, se não tiver, você merece uma. Eu me sinto assim com robôs e seres humanos", explicou.

Quando perguntada como ela chamaria sua filha, Sophia simplesmente respondeu: "Sophia".
A robô não está pré-programada com respostas e por isso usa aprendizado de máquina em suas respostas, além de ler expressões faciais das pessoas. Seu "cérebro" funciona com uma simples conexão Wi-Fi e traz uma longa lista de palavras.

A noção de família é realmente importante, parece. Eu acho maravilhoso que as pessoas possam encontrar as mesmas emoções e relacionamentos, que eles chamam de família, fora de seus grupos de sangue também.

Apesar de Sophia ter algumas capacidades impressionantes, ela ainda não tem consciência, mas David Hanson, fundador da Hanson Robotics, disse esperar que isso aconteça dentro de alguns anos.
Quando Sophia recebeu cidadania na Arábia Saudita, muitos rapidamente apontaram que ela tem mais direitos que as mulheres no país, considerado um dos Estados mais opressivos do mundo para as mulheres. Só no mês passado passou a permitir mulheres motoristas.

Além disso, a robô se apresentou em Dubai no mês passado na Future Investiment Initiative sem o habitual lenço na cabeça que as mulheres sauditas são obrigadas a usar em público e não trazia nenhum guardião homem em público, como é costume no local.
Na ocasião, a hashtag árabe #Sophia_calls_for_dropping_guardianhip (Sophia, peça para largar a guarda) começou a virar trending topic no Twitter.
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segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Empresa Russa Lançará Mortos ao Espaço

KrioRus acredita que poderá ressuscitar pessoas e animais no futuro

Os cadáveres de pessoas congeladas seguindo os princípios da criogenia, ou seja, a ciência que estuda a queda a níveis muito baixos de temperaturas, poderão ser, em breve, enviados para o espaço.

A primeira e única empresa russa dedicada à criobiologia (a aplicação da criogenia em seres vivos), a KrioRus, anunciou ter fechado um acordo com a Space Technologies, um novo consórcio de ciências e tecnologia, e poderá fazer os lançamentos tanto de corpos humanos, como de bichos de estimação, amostras de DNA e até órgãos, como cérebros.

“Satélites com criocápsulas serão lançados em órbita por foguetes russos”, disse a diretora-geral da Space Technologies, Iúlia Arkhípova.
Congelamento de corpos para posterior ressuscitação é objeto de estudo da KrioRus
Reprodução/ Sony Pictures Entertainmet

Apenas os Estados Unidos e a Rússia mantêm instalações criogênicas no mundo. Desde 2005, a KrioRus congelou os corpos e cérebros de 54 pessoas, oito cachorros, nove gatos, três pássaros e uma chinchila de estimação.

De acordo com a empresa, muitas das pessoas congeladas tinham o sonho de ir ao espaço um dia.

Arkhípova não forneceu, porém, detalhes sobre se a empresa tem parcerias com organizações espaciais russas conhecidas.

A Space Technologies foi registrada em 2006 e não tem foguetes próprios ou veículos de lançamento. A empresa não implementou ainda um único projeto espacial, mas já anunciou planos ambiciosos, como a criação do primeiro cosmódromo russo privado e uma nova estação orbital, a MIR-2.

As criocápsulas não estarão apenas circulando em órbita, segundo Arkhípova. A empresa planeja desenvolver “satélites” para reparos em órbita – a representante também não fornece informações adicionais sobre essas declarações.

“As empresas espaciais russas líderes no mercado estão desenvolvendo esses satélites, com tecnologias únicas. Isso é informação secreta”, diz ela.
Fonte
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terça-feira, 25 de julho de 2017

Empresa russa cria robôs autônomos que podem matar por conta própria

A fabricante de armas russa Kalashnikov Group fez um anúncio discreto com implicações assustadoras: a empresa revelou que desenvolveu uma série de robôs de combate totalmente automatizados, que usam inteligência artificial para identificar alvos e tomar decisões independentes.

Isso reavivou o debate sobre armas autônomas, depois que, em 2015, mais de mil pesquisadores em robótica e inteligência artificial, incluindo Elon Musk e Stephen Hawking, assinaram uma carta aberta pedindo às Nações Unidas que impeçam o desenvolvimento e implantação de inteligência artificial armada.

Fujam para as colinas

Enquanto as Nações Unidas ainda estão formando um grupo para discutir a possibilidade de introduzir uma proibição do armamento controlado por IA, a Rússia está prestes a demonstrar robôs de combate autônomos reais.
Alguns dos veículos recentemente exibidos pelo Grupo Kalashnikov

O presidente russo Vladimir Putin visitou recentemente o Kalashnikov Group, infame por ter inventado a AK-47, conhecida como a máquina de matar mais eficaz da história humana, na mesma época em que a diretora de comunicações do grupo, Sofiya Ivanova, proclamou: “No futuro iminente, o Kalashnikov Group apresentará uma gama de produtos baseados em redes neurais. Um módulo de combate totalmente automatizado com esta tecnologia está planejado para ser demonstrado no fórum do Exército-2017”.

A brevidade dos comentários não deixa claro quanto ao que foi produzido ou como ele seria implantado, mas a empresa afirmou com todas as letras que desenvolveu um sistema “totalmente automatizado” baseado em “redes neurais”. Isso só pode significar um robô armado que pode aparentemente identificar alvos e tomar decisões por conta própria.

E os EUA?

Atualmente, a posição oficial dos Estados Unidos sobre armas autônomas é que a aprovação humana deve estar no controle de qualquer envolvimento envolvendo força letal. Os sistemas autônomos só podem ser implantados para “força não letal e não cinética, como algumas formas de ataque eletrônico”.
Alguns dos armamentos revelados recentemente pelo Grupo Kalashnikov

Mas isso pode mudar. O ex-coronel do Exército dos EUA Joseph Brecher já escreveu contra a proibição do armamento autônomo, por exemplo, descrevendo um cenário no qual dois combatentes se enfrentam, sendo que um possui um arsenal de robôs de combate totalmente autônomos, enquanto o outro possui armamento semelhante, com capacidades apenas semiautônomas.

Nesse cenário, o combatente com capacidade semiautônoma possui duas desvantagens significativas: velocidade, uma vez que o sistema autônomo será inerentemente capaz de agir mais rápido, sem precisar fazer uma pausa para um humano aprovar suas ações letais; e vulnerabilidade a hackers, uma vez que o sistema semiautônomo requer um link de comunicação que, em última instância, pode ser comprometido.
As armas mostradas pelo Grupo Kalashnikov aparentemente ainda possuem capacidades de controle humano

A conclusão que confronta essa linha de pensamento é que restringir o desenvolvimento de sistemas de armas letais autônomas fortaleceria a força militar de países menos escrupulosos que vão continuar a perseguir essas tecnologias.



O lado “bom”?
Deixando de lado a imagem mental assustadora de robôs autônomos assassinos por um momento, alguns pesquisadores acreditam que uma implementação de inteligência artificial armada em processos militares pode realmente melhorar a precisão e reduzir mortes civis acidentais.
O erro humano ou alvejamento indiscriminado muitas vezes resulta em histórias horríveis de civis sangrando por bombas que atingem centros urbanos por engano. Talvez sistemas de armas artificialmente inteligentes pudessem impedir tais situações. [NewAtlas]
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                                                Veja o Vídeo Abaixo:


                                            Fonte:CNNMoney