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segunda-feira, 11 de junho de 2018

A Sonda New Horizons, da NASA é acordada a mais de um bilhão de quilômetros além de Plutão

A sonda New Horizons, da NASA, começou a se preparar para um sobrevoo histórico: em 31 de dezembro de 2018, ela estudará e fotografará um objeto misterioso chamado Ultima Thule.

Depois de passar por Plutão em julho de 2015, a sonda entrou em modo de hibernação desde o último 21 de dezembro, para preservar recursos.
Na semana passada, no entanto, ela foi acordada pela equipe de operações da missão, do Laboratório de Física Aplicada Johns Hopkins (EUA), conforme o programado.

Agora, está se aproximando de Ultima Thule a uma taxa de mais de 1,2 milhões de quilômetros por dia. Quando ultrapassar o objeto no Ano Novo, a New Horizons deve nos fornecer informações vitais sobre como nosso sistema solar se tornou.

Próximos passos
A sonda está a mais de 6 bilhões de quilômetros de distância da Terra, viajando através da faixa gelada de detritos do sistema solar chamada de Cinturão de Kuiper.

“Nossa equipe já está mergulhada no planejamento e nas simulações de nosso próximo voo em Ultima Thule e está empolgada com o fato de a New Horizons estar de volta a um estado ativo”, disse o principal membro da missão, Alan Stern, do Southwest Research Institute em Boulder (EUA), em um comunicado.

Nos próximos dois meses, a equipe irá testar comandos a bordo da sonda, atualizar sua memória, recuperar dados científicos sobre o Cinturão de Kuiper e completar uma série de verificações de sistemas.

Após essas etapas iniciais, as operações de sobrevoo e observações distantes do Ultima Thule devem se iniciar no final de agosto.

Ilustração artística da passagem de New Horizons por Plutão em julho de 2015

Ultima Thule
Ultima Thule, oficialmente chamado de 2014 MU69, é um objeto transnetuniano localizado no Cinturão de Kuiper.

Seu apelido, de acordo com Stern, vem de uma frase nórdica que significa “além das fronteiras mais distantes”. De fato, se a missão for bem-sucedida, será um recorde: Ultima Thule se tornará o objeto mais longínquo já visitado pela humanidade, embora a New Horizons não seja a sonda espacial que já viajou mais longe – as Voyager 1 e 2 detêm esse título.

Os pesquisadores não têm certeza das dimensões exatas de Ultima Thule. No entanto, a NASA afirmou que ele parece ser uma rocha em forma de amendoim, e os cientistas suspeitam que ele tenha até 32 quilômetros de comprimento e 20 de largura.

Cinturão de Kuiper e os segredos do sistema solar
A New Horizons pode manter seu recorde por décadas, já que nenhuma outra investigação está pronta para fazer uma jornada tão impressionante.

Levou cerca de nove anos de deslocamento a mais de 56.000 km/h para que ela chegasse a Plutão e ao Cinturão de Kuiper, uma região colossal além de Netuno que contém sobras congeladas e dispersas da formação do sistema solar. A zona também pode abrigar um planeta do tipo superterra ainda não descoberto.

“O Cinturão de Kuiper é realmente o equivalente a uma escavação arqueológica na história do nosso sistema solar”, disse Stern à rádio WBUR. “Como é muito distante e a luz do sol é muito fraca lá fora, as temperaturas são muito baixas – quase zero absoluto. Isso promove preservação de um material intocado”.

Mal podemos esperar pelas revelações que a New Horizons deve nos apresentar. [Space, BusinessInsider]
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domingo, 23 de julho de 2017

Novas evidências reforçam hipótese do Planeta 9 "Planeta 9 está inclinando nosso Sistema Solar"

NOVO ESTUDO TORNA A DESCOBERTA DO PLANETA 9 CADA VEZ MAIS PRÓXIMA (FOTO: NASA)

Estudo realizado por astrônomos de universidade espanhola identifica perturbação onde possível planeta estaria.
hipótese do Planeta 9 vem intrigando astrônomos do mundo inteiro ao longo dos últimos anos. Com uma nova técnica, cientistas da Universidade Complutense de Madri, na Espanha, identificaram o que podem ser um novo corpo, a uma distância de 300 e 400 vezes o trajeto entre a Terra e o Sol. Até então, as teorias em torno do novo planeta se baseavam em observações, que foram questionadas com o passar do tempo.

Em estudo publicado no periódico MNRAS: Letters, os astrônomos espanhois explicam que a técnica foi desenvolvida para estudar os "objetos extremos" (ETNOs, em inglês), um tipo específico de objeto transnetuniano, ou seja, corpo do Sistema Solar que fica a uma distância maior que a entre o Sol e Netuno.

Cada um desses objetos possui dois pontos nos quais suas órbitas atravessam a de outro corpo do Sistema Solar. Nesses locais, a chance de os corpos interagirem com outros, passando por mudanças de órbita ou colisões, são maiores.

Por meio de cálculos e análises de dados, a equipe de Madri descobriu que os pontos dos 28 objetos transnetunianos extremos estão agrupados. Além disso, há uma correlação, que não deveria haver, entre as posições dos pontos e as inclinações, um dos parâmetros que define a orientação das órbitas desses objetos no espaço. "Se não há nada para perturbá-los, os pontos desses objetos transnetunianos extremos deveriam estar distribuidos de maneira uniforme, como se não houvesse nada que eles precisassem evitar", explica o astrônomo Carlos de La Fuente, no anúncio da pesquisa.

Segundo ele, se há perturbações, existem duas possibilidades: na primeira, o objeto extremo estaria estável e seus pontos estariam longe do caminho de possíveis perturbações; já na segunda, se os pontos estivessem instáveis, eles se comportariam como os cometas que interagem com Júpiter, cujos pontos ficam mais próximos da órbita do que os perturba.

"Partindo do pressuposto que os objetos transnetunianos extremos são dinamicamente parecidos com os cometas que interagem com Júpiter, interpretamos esses resultados como sinais da presença de um planeta que está interagindo ativamente com esses corpos a distâncias de 300 a 400 unidades astronômicas", disse La Fuente.

É a primeira vez que os objetos extremos são usados como pontos de referência para um estudo desse tipo. De acordo com o pesquisador, a descoberta de mais deles pode contribuir para a confirmação da existência do Planeta 9 e, no futuro, talvez até mesmo a definição da órbita dele.
Fonte
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                                               Veja o Vídeo Abaixo:



                                              Fonte:Jaconor 73